terça-feira, 15 de dezembro de 2015

USO DE LED AZUL PARA TRATAMENTO DE PSORÍASE


O LED azul reduz a capacidade proliferativa do queratinócito e pode ser usada como tratamento complementar da psoríase, caspa ou acne. A placa deve ser usada uma vez por dia. Os medicamentos convencionais podem ser mantidos, reduzidos ou retirados de acordo com a indicação médica. 

http://www.rbf-bjpt.org.br/articles/view/id/54e60fb65ce02a6948000001

RESUMO:

Introdução: A psoríase é um distúrbio inflamatório crônico que afeta cerca de 2 a 4% da população branca, tratada utilizando medicamentos que apresentam como efeito colateral a hepatotoxidade, apresentando como alternativa de tratamento o uso da luz ultravioleta, no entanto, seu uso prolongado está associado ao aumento da incidência de carcinoma de células escamosas, além de alguns efeitos adversos ao organismo. A utilização de dispositivos à base de LEDs azuis vem ganhando cada vez mais espaço com relação a esta patologia, devido a sua maior coerência quando comparado à luz convencional, maior intensidade de luz na região do espectro eletromagnético de interesse terapêutico não ionizante, equipamento compacto e custo acessível. Objetivos: Verificar a eficácia do LED azul no tratamento da psoríase. Materiais e Métodos: Para realização deste trabalho foram triados 04 pacientes, avaliados através de uma ficha de avaliação dermato-funcional e registro fotográfico periódico para acompanhamento da lesão, submetidos a um protocolo realizado 1 vez por semana, utilizando um dispositivo composto por um arranjo de LEDs azuis, potência de 100 mW, permanecendo por 10 segundos em cada ponto de aplicação da lesão. Resultados: Observamos em todos os pacientes melhora na coloração e descamação das placas psoriáticas e em algumas regiões do corpo resolução da lesão. Conclusão: Concluímos a partir dos resultados clínicos preliminares que a luz azul vem se mostrando eficiente para a modulação da auto-agressão tecidual das lesões psoriáticas, com a vantagem de não induzir danos ao DNA e RNA, por não se trata de uma radiação ionizante. 
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

TRATAMENTO PARA HÉRNIA DE DISCO

hernia L4-L5A palavra hérnia significa projeção ou saída através de uma fissura ou orifício, de uma estrutura contida. O disco intervertebral é a estrutura cartilaginosa que fica entre uma vértebra e outra da coluna vertebral.
Ele é composto de uma parte central, chamada núcleo pulposo ou liquido viscoso, de uma parte periférica composta de tecido cartilaginoso chamado anel fibroso e de uma parte superior e inferior chamado placa terminal. Portanto, a hérnia de disco é a saída do liquido pulposo através de uma fissura do seu anel fibroso.
A extrusão do núcleo pulposo pode provocar uma compressão nas raízes nervosas correspondentes a hernia de disco ou a protrusão. Esta compressão poderá causar os mais diversos sintomas.
A placa terminal fica entre o disco e a vértebra supra e subjacente. Com a degeneração destas estruturas, os líquidos poderão migrar para os corpos vertebrais. O início deste processo é chamado de Modic tipo I. Alguns autores afirmam que este processo inflamatório e degenerativo na placa terminal pode causar dores na coluna vertebral.


TIPOS DE HÉRNIA DE DISCOtipos de hérnia


Protrusas: quando a base de implantação sobre o disco de origem é mais larga que qualquer outro diâmetro.

Extrusas: quando a base de implantação sobre o disco de origem é menor que algum dos seus outros diâmetros ou quando houver perda no contato do fragmento com o disco.
Seqüestradas: quando um fragmento migra dentro do canal, para cima, para baixo ou para o interior do forâmen.

TRATAMENTO PARA HÉRNIA DE DISCO


É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual,   Estabilização Vertebral e Exercícios de Musculação. Visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

ESTUDO DA DRENAGEM LINFÁTICA PARA TRATAMENTO DE RINOSSINUSITE


   

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O  termo  rinossinusite  (rinite  +  sinusite)  designa  a  inflamação da  mucosa  nasal  e  dos  seios  paranasais,  que  origina  no  indivíduo  uma  série  de  sintomas  desconfortáveis  e  dolorosos.  Entre  os  possíveis  tratamentos  desta  sintomatologia,  a  drenagem linfática  manual  facial  vem  sendo  muito  utilizada,  devido  a  sua  capacidade  de  estimular  o  trabalho  do  sistema  linfático  de  forma  rápida.  Assim,  o  objetivo  do  presente  trabalho  foi  observar a  melhora  de  um  indivíduo  que  apresenta  os  sintomas  da  rinossinusite,  após  a  utilização  da técnica  de  drenagem  linfática  manual  facial.  Materiais  e  Métodos:  O  estudo  foi  desenvolvido com  10  indivíduos,  cuja  faixa  etária  estava  entre  18  a  40  anos  de  idade.  No  processo,  realizouse  o  atendimento  três  vezes  por  semana  para  cada  paciente,  por  um  período  de  30  minutos em  cada  sessão,  totalizando  10  sessões.  Foi  aplicada  a  Escala  de  Dor  Auto-Percebida  e  um questionário  para  a  sintomatologia  da  rinossinusite,  em  três  ocasiões  (0  sessão,  5  sessões  e  10 sessões).  

Resultados  e  Discussão:  Os  resultados  mostraram  melhora  significativa  nos  sintomas considerados  mais  incômodos  e  também  na  sintomatologia  dolorosa.  Porém,  a  intervenção torna-se  benéfica  após  10  sessões,  o  que  sugere  a  necessidade  de  um  tempo  maior  de  tratamento  fisioterapêutico  para  o  paciente.  

Conclusão:  A  técnica  estudada  mostra-se  eficaz  no tratamento  das  algias  e  agouros  da  rinossinusite; 

domingo, 25 de outubro de 2015

SHIATSU

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A palavra Shiatsu deriva do japonês Shi = a dedo e atsu = pressão, ou seja, pressão com o dedo.

O Shiatsu consiste em aplicar pressão sobre determinados pontos chamados de “tsubos” que formam canais energéticos no corpo - os meridianos, que por sua vez relacionam-se entre sí e com os órgãos internos. No interior dos Canais de Meridianos circula dentre outras substâncias a energia vital, chamada de Ki pelos japoneses ou Chi pelos chineses.

O principal objetivo do Shiatsu é manter ou (re)estabelecer o equilíbrio energético, a fim de prevenir ou tratar disfunções que sejam causadas pelo desequilíbrio dessa energia. Segundo a visão da Medicina Oriental as doenças são originadas pela desregulação de energia nos meridianos.

Por ser uma técnica que visa (re)estabelecer o equilíbrio e funcionamento do organismo, o Shiatsu possui diversas indicações e aplicações sobre os diferentes sistemas do corpo humano. Citamos a seguir as principais:

  • Sistema muscular:
    • Alívio das tensões, contraturas e dores musculares;
    • Benefício à postura e tônus muscular;
    • Melhora da dor e sensibilidade dos pontos gatilhos (trigger points);
    • Auxílio ao tratamento de fibromialgia, tendinites, tenossinovites e paralisia muscular.
  • Sistema respiratório:
    • Auxílio ao tratamento de gripes, resfriados, bronquite asmática;
    • Alívio das crises de rinite e sinusite.
  • Sistema digestório:
    • Alívio das dores em casos de espasmos gástricos, cálculos biliares e gastrite;
    • Auxílio ao tratamento da gastrite nervosa, viroses e diarréia;
    • Facilita o peristaltismo intestinal, sendo indicado nos casos de constipação.
  • Sistema cirulatório:
    • Auxílio em combate à hipertensão arterial e arritmia cardíaca;
    • Melhora da circulação sanguínea e linfática;
    • Ajuda no combate às varizes e varicosas.
  • Sistema urinário:
    • Alívio e diminuição das dores em casos de cólica renal;
    • Auxílio ao tratamento da incontinência urinária e fecal;
    • Auxílio ao tratamento de bexiga caída.
  • Sistema reprodutor:
    • Auxílio ao tratamento de impotência sexual, frigidez;
    • Alívio das cólicas menstruais;
    • Complemento ao tratamento de distúrbios menstruais;
    • Alívio dos sintomas da menopausa como fogacho, sudorese e cansaço.
  • Outros:
    • Relaxamento físico, mental e emocional;
    • Auxílio ao tratamento da depressão, síndrome do pânico, enxaqueca, artrose, artrite reumatóide e nevralgias;
    • Alívio dos sintomas do bruxismo e distúrbios da ATM como dor na face, cansaço dos músculos da mastigação e dor de cabeça.

Contraindicações:

  • Inflamações agudas
  • Doenças com febre
  • Doenças contagiosas
  • Suspeita de fraturas e/ou luxações
  • Gravidez (antes do 3º mês).

Referências:

- ANDERSON, S.K. The Practice of Shiatsu. Philadelphia: Elsevier, 2008.
- BERESFORD, C.C. TEORÍA Y PRÁCTICA DEL SHIATSU. Barcelona: Paidotribo, 2001.
- DUBITSKY, C. BodyWork Shiatsu: Bringing the Art of Finger Pressure to the Massage Table. Editora:Inner Traditions, 1997.
- JARMEY, C. &MOJAY, G. Shiatsu: Guía completa. Barcelona: Paidotribo, 2002.
- MENEZES, C.R.O.; MOREIRA, A,C,P & BRANDÃO, W.B. Base neurofisiológica para compreensão da dor crônica através da Acupuntura.Rev Dor. n.11; v.2, 2010.
- SOHAKU & BASTOS R.C. Shiatsu Tradicional: Fundamentos, Prática e Clínica de Shiatsuterapia. 2.ed. São Paulo: Sohhaku-in Gasho, 2000.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mês Rosa - todos juntos contra o câncer de mama


Sintomas de Câncer de mama 

A maioria dos tumores da mama, quando iniciais, não apresenta sintomas. Caso o tumor já esteja perceptível ao toque do dedo, é sinal de que ele tem cerca de 1 cm³ - o que já uma lesão muito grande. Por isso é importante fazer os exames preventivos na idade adequada, antes do aparecimento de qualquer sintoma do câncer de mama. Entretanto, o nódulo não é o único sintoma de câncer de mama. Veja outros sinais:

  • Vermelhidão na pele
  • Alterações no formato dos mamilos e das mamas
  • Nódulos na axila
  • Secreção escura saindo pelo mamilo
  • Pele enrugada, como uma casca de laranja
  • Em estágios avançados, a mama pode abrir uma ferida

Além da mamografia, ressonância magnética, ecografia e outros exames de imagem que podem ser feitos para identificar uma alteração suspeita de câncer de mama, é necessário fazer uma biópsia do tecido coletado da mama. Nesse material da biópsia é que a equipe médica identifica se as células são tumorosas ou não. Caso seja feito o diagnóstico, os médicos irão fazer o estudo dos receptores hormonais para saber se aquele tumor expressa algum ou não, além de sua classificação histológica. O tratamento para o câncer de mama vai ser determinado pela presença ou ausência desses receptores na célula maligna, bem como o prognóstico do paciente.

O tratamento do câncer de mama também envolve uma serie de cuidados e práticas para minimizar os efeitos das terapias:

Como minimizar os efeitos adversos da quimioterapia?

  • Náuseas e vômitos: consuma alimentos de fácil digestão e converse com seu oncologista sobre a necessidade da utilização de antieméticos.
  • Planeje a alimentação: algumas pessoas sentem-se bem comendo antes da quimioterapia e outras, não – nesse caso, o hábito varia conforme a necessidade da paciente com câncer de mama. Entretanto, deve-se sempre aguardar pelo menos uma hora após a sessão para consumir qualquer alimento ou bebida.
  • Coma devagar: consuma pequenas refeições, cinco ou seis vezes por dia, em vez de três grandes refeições, evitando ingerir líquidos enquanto come. Isso evite enjoos e vômitos.
  • Prefira alimentos frescos e evite consumi-los muito quentes
  • Evite alimentos e bebidas fortes, como café, peixe, cebola e alho. Eles também favorecem os vômitos.

Cuidados durante a radioterapia

O radioterapeuta e a equipe de enfermagem debem orientá-la sobre os cuidados específicos que deverão ser adotados durante o tratamento de radioterapia. Esses cuidados variam muito de acordo com a região a ser irradiada. 

  • Pele: lave a pele irradiada com sabão suave e água morna. Tente não coçar nem esfregar a área.
  • Pomada: aplique pomadas ou cremes sobre a pele somende com aprovação médica.
  • Prefira roupas folgadas e confortáveis e se possível cubra a região irradiada com roupas claras.

Mais do que viver, a paciente com câncer de mama pode viver bem, cuidando de si própria com carinho e atenção. Para ajudar as pacientes nesse desafio, é cada vez mais comum a abordagem multidisciplinar para o câncer de mama, com apoio de dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, preparadores físicos e etc.

Fisioterapia

Ela promove a independência funcional da paciente, permitindo que realize as atividades que deseja sozinha e sem inconveniências. Proporciona alívio da dor e reduz a necessidade do uso de analgésicos. Geralmente o tratamento é indicado após a cirurgia.

Nutrição

O acompanhamento nutricional para o câncer de mama ajuda a prevenir a perda de peso e a desnutrição durante o tratamento. Além disso, ele ajuda a paciente com câncer de mama a seguir as restrições dietéticas corretas para evitar possíveis efeitos colaterais do tratamento.

Exercícios físicos

Não importante a atividade - o que importa é praticar. A atividade física ajuda a "mandar" a fadiga embora, aumenta a energia, a disposição e a autoestima, além de proporcionar convívio social.

  • Depois da cirurgia: converse com seu médico sobre o retorno às atividades físicas. Isso varia de acordo com o tempo de recuperação esperado para cada procedimento e estado paciente.
  • Algumas pacientes podem apresentar queda de imunidade durante o tratamento, o que pode ocasionar infecções oportunistas. Por isso, não se recomendam atividades com a natação – já o contato com a água da piscina pode favorecer infecções.
  • Caso a ideia seja frequentar uma academia de ginástica, opte pela atividade supervisionada por um profissional de educação física. Relate seu caso, para que ele indique a série de exercícios mais adequada.

sábado, 3 de outubro de 2015

PREVENIR AS ESTRIAS DURANTE A GESTAÇÃO

Durante a gravidez, além de ter preocupações em dobro com a saúde, as futuras mamães ainda têm outra inquietação: o receio do surgimento das estrias. As temidas linhas na pele, que geralmente aparecem na região do abdome, flancos, coxas e mamas , costumam surgir quando há ganho repentino de peso, frequente sobretudo na segunda metade da gravidez.  Conforme a gestante aumenta de tamanho, não apenas a superfície da pele estica, mas também ocorrem pequenas rupturas nas camadas mais profundas da pele, por conta das alterações nas fibras de elastina e colágeno. As mulheres mais afetadas são as mais jovens, com predisposição genética ou aquelas que ganham peso excessivo durante a gestação.
A principal arma contra as estrias é a prevenção. O controle do peso e uma boa hidratação da pele durante a gravidez são as melhores estratégias. “A pele bem hidratada é mais resistente e menos suscetível a alterações pelo estiramento”
 “O ideal é usar hidratantes potentes e adequados, de preferência com orientação médica. Mas, mesmo com todos os cuidados, não há garantia de que as estrias não se desenvolverão.”
Consulte a Fisioterapeuta Drª Letícia Lyra Papini.
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O que fazer quando elas aparecem
“A falta de cuidado pode agravar todas essas alterações e dificultar a reversão”
 “A maioria das mudanças é reversível até certo ponto, mas depende muito da gravidade”. 
Caso as estrias já tenham começado a dar as caras, o melhor momento para iniciar o tratamento é logo após o final da amamentação. “Após a lactação, a Drª Letícia Lyra Papini fisioterapeuta Dermato Funcional  poderá indicar alguns tratamentos de acordo com cada caso, como o uso de ácidos, microdermoabrasão, laser, microagulhamento e  carboxiterapia.
Há diferença entre os tipos de estrias e suas respostas aos tratamentos que tentam amenizá-las. As que possuem tonalidade esbranquiçadas mais antigas, com quase um ano podem melhorar, mas é pouco provável que sumam completamente, pois são cicatrizes já estabelecidas. Já as estrias recentes, que apresentam coloração avermelhada, respondem melhor aos tratamentos disponíveis, mas é importante que a paciente procure um Fisioterapeuta Dermato Funcional logo após o parto. “Nelas, ainda há reação inflamatória para tentar compensar a ruptura. É nesse momento que existem melhores respostas aos tratamentos”.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

ESPORÃO DE CALCÂNEO? VEJA COMO TRATAR!






O esporão de calcâneo é uma proeminência óssea com a base larga e espessa, sua extremidade pontiaguda, que se implanta nas tuberosidades do calcâneo, pode medir desde alguns milímetros até mais de 2 centímetros pode ser unilateral ou bilateral.

Essa proeminência óssea - o esporão, pode estender transversalmente por toda a face plantar do osso e é considerada uma ossificação e calcificação resultante de tração da aponeurose plantar sobre o periósteo.

Tipo de esperao de calcâneo 
O tipo de esporão de calcâneo é obtido de acordo com a sua localização, o que só é possível uma confirmação quando realizado o exame radiográfico. Os tipos mais freqüentes são o esporão calcanear inferior, plantar ou subcalcanear, que vai do processo medial de um ou ambos os calcâneo no sentido do pododáctilos. É maior na base e se estreita em direção da extremidade anterior, tem sua origem justamente no ponto de inserção da aponeurose plantar, apontando para o sentido distai; e esporão calcanear posterior ou retrocalcanear, localizado na face póstero-superior do calcâneo próximo a inserção do tendão de Aquiles.

Tratamento

A fisioterapia para esporão do calcanhar inclui o uso de eletroterapia e aplicação de gelo, para reduzir a inflamação dos tecido em redor do esporão, aliviando a dor ao caminhar. Alguns exemplos do que se pode fazer na fisioterapia são:
  • Ultrassom com gel neutro ou com propriedade anti-inflamatória;
  • Laser;
  • Técnica de crochetagem;
  • Uso de kinesiotape para alonga a fáscia plantar.





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